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segunda-feira, 27 de junho de 2016
quinta-feira, 16 de junho de 2016
segunda-feira, 21 de março de 2016
Parabéns ao nosso maior Embaixador!
Dada a ausência de informação deste género, alusiva às Bodas de Ouro do Grupo Folclórico, decidimos fazer a montagem acima.
Esta situação, ausência de informação em outdoors e outros locais, leva-nos a perguntar: placas para que vos quero?
O Grupo Folclórico foi, durante os últimos 50 anos - e continua a sê-lo-, o embaixador-mor, em termos culturais, com um trabalho meticuloso no que concerne à recolha, reconstituição e divulgação da Cultura do Baixo Mondego considerado, justissimamente, o Museu Ambulante do Traje.
As gentes da nossa Vila e não só, devem orgulhar-se disso.
Devem fazer-lhe uma vénia.
Render-lhe a devida homenagem.
O Grupo de Pereira merece ser alvo de outro tipo de trato.
Paremos um pouco para pensar nas numerosas páginas de história que este Grupo já escreveu, das grandes e numerosas alegrias que já proporcionou.
As tristezas não só chamadas à liça num momento destes.
Olhe-mos para a sua história.
Sejamos mais humildes aprendendo algo com ela.
Sejamos mais humildes aprendendo algo com ela.
O nosso Grupo tem associada ainda uma outra vertente que se entronca com a etnografia, com o folclore e as tradições orais: a divulgação da Queijada de Pereira, já referida no Foral de D. Manuel I, de 1 de Dezembro de 1513 e pintadas por Josefa de Ayala Figueira, conhecida como Josefa de Óbidos (20 de fevereiro de 1630, Sevilha, Espanha, 2 de julho de 1684, Óbidos) no quadro Natureza Morta com Doces e Barros, com data provável de 1676.
Mais se orgulha este Grupo de possuir, no seu valiosíssimo espólio, o traje de Vendedeira de Queijadas, traje esse, que tem sempre lugar de grande destaque, quer pela sua raríssima beleza e sumptuosidade, mas também pela sua simbiose com a melopeia do pregão - uma raridade etnográfica em rápida extinção -, que a senhora que o enverga, faz ressoar em qualquer palco, terraço ou terreiro, num dos muitos e conceituados locais, quer em Portugal, quer além-fronteiras, onde este Grupo já brilhou e vai continuar a brilhar.
Para finalizar colocamos estas duas questões:
No dia 22 de Maio, de ano transacto, foi assinada a escritura de constituição da APQP – Associação de Produtores da Queijada de Pereira, porque não, esta instituição, colocar um outdoor a assinalar as Bodas de Ouro do Grupo Folclórico da Vila de Pereira?
Mas para além desta instituição, não há outras na Vila, e não só, que poderiam e deviam, também elas, elaborar um outdoor a assinalar data única?
Porque não?
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Porque não?
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segunda-feira, 7 de março de 2016
E esta sugestão cultural para as Bodas de Prata?
A Cultura: uma alavanca para o desenvolvimento local
Por Bernard Kayser
“As diferenças entre regiões, localidades, aldeias, entre gerações e entre grupos sociais são sobretudo diferenças culturais.
Em vez de procurar esquecê-las, ou deixá-las esquecer, não será melhor procurar afirmá-las e promovê-las?
É preciso deixar de considerar o desenvolvimento cultural como um luxo supérfulo e reconhecê-lo como um motor do desenvolvimento económico e social.”
Texto completo aqui.
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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
3.º aniversário
No Verão de 2007, dois amigos juntam-se na esplanada dum café para beber umas cervejas e falar de futebol.
Conversa puxa conversa, fino após fino, o futebol cai par segundo plano e, com os espíritos mais abertos, a conversa deriva para outras temáticas e centra-se na nossa terra.
Cultura, política, associativismo, voluntariado, futebol (outra vez), são os assuntos versados.
Já o sol se punha no horizonte, quando um dos protagonistas dá a ideia de cada qual ir a casa tomar um banho, vestir uma roupa mais decente e ir jantar fora de Pereira e continuar a conversa longe de alguns olhares e dos ouvidos mais cuscos.
A meio do jantar a conversa já tinha tomado outro rumo, já tinha tomado outras proporções e já se discutia o que há de bom e de mau nas novas tecnologias, de qual seria o papel das redes sociais na formatação da sociedade e dos seus actores.
Vai daí que a ideia de criar um blogue em Pereira, que não fosse temporal ou temático, apareceu com alguma naturalidade.
Como a noite já ia longa a coisa ficou por ali.
Dias depois os dois amigos juntam-se outra vez e um deles leva consigo algumas ideias esboçadas sobre esse espaço na rede virtual.
A voragem dos dias remeteu-os para os princípios de Janeiro de 2008 e foi nessa data que se lançaram na aventura de criar o Montes de Cima city, em homenagem a esse emblemático e mais bairrista bairro de Pereira.
Passados alguns meses, perceberam os dois amigos, que faltava algum sal e pimenta ao blogue e que era necessário acrescentar-lhe qualidade, não só nos temas apresentados e na sua variedade, bem como na parte criativa e política, nomeadamente com o recurso à memórias do passado recente de Pereira, sobretudo no pós 25 de Abril.
Não tendo sido uma decisão fácil, tendo sido analisados os prós e contras da decisão, até porque uma das premissas era manter no anonimato, sem qualquer vacilação, os nomes dos autores.
Tivemos a felicidade, após uma análise ponderada, de encontrar um terceiro elemento, ficando agora cada qual com uma área específica no blogue.
Ganhamos um humor mais refinado, mais ácido, mais cerebral, bem longe de alguma mediocridade intelectual que vigorava e ainda vigora na nossa terra.
Passados três anos reafirmamos o compromisso, para com as nossas mais de 1500 visitas mensais, de lhes trazer a nossa visão de Pereira e dos seus problemas, de lhes levar ao conhecimento a quase totalidade dos eventos que por aqui decorrem, fazendo muitas vezes um serviço público, com mais regularidade que o verdadeiro serviço público.
Criamos inimigos e amigos, mas também criamos uma legião de seguidores.
Abrimo-nos ao facebook, mas a nossa conta foi denunciada, porque se calhar era incómoda para alguns.
Não conseguiram ainda fechar o blogue, situação que muito prazer daria àqueles que se sentem visados, que ainda não perceberam que os tempos de hoje nada têm a haver com os tempos de há 20 anos atrás, ou até menos, de que vivemos numa sociedade pluralista, onde imediatismo é a lei, sobretudo alicerçado nas redes sociais cuja força inusitada não se verga a ameaças de várias índoles.
Quem ainda se não apercebeu destas novas realidades, quem não quer admitir a sua existência, tenta ainda, a todo o custo, tal como o canto do cisne, fazer-nos sair de cena.
Para aqueles que tentam a nossa extinção, deixamos um conselho: percam alguns minutos do vosso tempo e vejam outras imagens e outros textos similares ao trabalho que aqui desenvolvemos.
Saiam da vossa redoma intelectual, da vossa microcefalia cultural.
Se o não conseguirem, façam um favor a si próprios e a Pereira: saiam de cena.
Pereira merece mais!
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sexta-feira, 16 de outubro de 2009
18.º Aniversário da Vila de Pereira
Ai estão as festas de aniversário da Vila de Pereira.
Quinze dias depois , estamos outra vez em festa.
Divirtam-se!
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sábado, 11 de abril de 2009
Parabéns ao Grupo Folclórico
O Grupo Folclórico de Pereira completa hoje mais um aniversário.
O blog Montes de Cima associa-se a esta data publicando este post.
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