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segunda-feira, 28 de março de 2016

As contas das nossas festas


Assim, deste modo, não há lugar a conjecturas, pensamentos, comentários depreciativos e desconfianças.

Aqui está uma resposta cabal - um exemplo a seguir-, para aqueles que ainda ousam brandir, com grande veemência, as habituais bandeiras das suspeições, das desconfianças, mas que vivem muito bem dentro das nebulosas, no mundo da opacidade.

Que mais este exemplo, dado pelas gentes dos Montes de Cima, faça escola.
Que espicace as demais comissões de festas - algumas do mesmo ano das contas que agora publicamos e, cujos alguns elementos, se arvoram em exemplos maiores de cidadania.

Nestes, como noutros eventos similares, o habitual peditório está na primeira linha das prioridades e a apresentação pública das contas fica, quase sempre, pelas calendas gregas, no seio de meia-dúzia de seres, entre outros tantos silêncios, comprados ou com comprometimentos futuros.

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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Festas dos Montes de Cima 2015

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segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Onde estão as contas das festas de S. Tiago?


Pois, onde é que estão, publicamente, apresentadas as contas da festa?
Ainda não houve tempo de as apresentar?
Porquê?
Se calhar, porque os castings para novos seccionistas, componentes e ensaiador do rancho, parecem estar na primeira linha das preocupações de algumas mentes, ocupando-lhes, assim, muitas e laboriosas horas.

Podiam divulgá-las na página de facebook - onde amplamente divulgaram o programa da festa - que era o mínimo, como mandam as boas regras e como devia ser da praxe, mas como essa página já deu a alma ao criador, esperam-se outras formas de publicitação das ditas contas.
E que tal, numa espécie de pagela, colocar essa informação em cada caixa de correio, com a indicação das receitas e das despesas?

Há pessoas, que por vezes, a sua humildade e a sua vaidade estão nos antípodas, depois ainda têm a desfaçatez de nos acenarem com promessas oníricas, numa espécie de embalamento de puerícia crónica, mas que não passam mesmo disso.

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sábado, 3 de janeiro de 2015

Vamos cantar as asneiras

Vamos cantar as asneiras, perdão as Janeiras.

Só os moradores e vizinhos da Casa Paroquial, do Largo do Terreirito, os vizinhos da ADCR Pereira, os mais próximos da Capela de Santa Rita e da Junta de Freguesia é que têm o privilégio (?!) de ouvir cantarem as Janeiras?
E quem se não pode deslocar?
É a montanha que vai a Maomé?
Não há, nos dias de hoje, viaturas para deslocar os cantadores e respectiva tocata pelos outros bairros da Vila?
Então, nos locais abaixo indicados, não existem pessoas para quem a tradição ainda é o que era e não quase uma subversão, alimentada pela obrigação - e não pela paixão, de promover mais uma iniciativa, que se nos afigura como mais um logro, mais um atentado à “tradição secular” e à imagem de grandiosidade granjeada no passado pelos promotores e da própria Vila em si?
Exemplos?
Montes de Cima: Largo da Capela
Senhora do Pranto: Largo da Capela
Cabecinhos: Fonte do Coronel
Morraceira: Cruzamento para a Rua Vila de Pereira
Casais Velhos: Largo da Associação (que já reabriu!)
Urbanização Quinta D. Teodora: largo principal
Urbanização Quinta S. Luiz: largo principal
Tojal: Largo da Capela ou na Cruz Vermelha

Mas, nem tudo é negativo.
Começar pelos mais velhos, no Centro de Dia (o tal barraco de madeira, onde o sol não consegue entrar durante todo o dia) é uma nota digna de ser sublimada pela positiva.
Mas não é só no Centro de Dia que estão muitos idosos que gostavam que o Rancho da sua terra lhes reavivasse a sua meninice, a sua juventude, com o cantar da Janeiras.
Há mais vida, para além destes poucos locais onde o Grupo vai cantar.
Há mais gente, há mais vida noutros bairros, muitos deles sempre ostracizados nestas coisas da Cultura, onde outras pessoas valorizam muito mais esta e outras tradições de forma muito pura, muito genuína, de sorriso rasgado e não com o dever de estar presente de riso forçado, a fazer um frete.
Será que no banco de imagens da Google não existe nenhuma imagem com o logótipo da Vila Pereira?

O Grupo Folclórico é da Vila de Pereira ou é só de parte dela?

P.S.
Na sede da Associação, em vez de se cantar as Janeiras, talvez fosse melhor cantar um requiem pelos Black Bulls e rezar um Acto de contrição por alguns atletas mais indisciplinados e que lidam mal com espelhos.

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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Festas de Nossa Senhora do Monte 2014

Arriscamos dizer, que estas festas são, nos dias de hoje, as melhores de Pereira!

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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

As festas dos Montes de Cima


Porque estamos, a pouco mais de quinze dias, das festas dos Montes de Cima, aqui fica aqui a recordação do cartaz da festa de inauguração da Capela de Nossa Senhora do Monte. 

As palavras seguintes, estão, talvez descontextualizadas do âmbito deste cartaz e da festa deste bairro, mas ainda assim, fica aqui este nosso desabafo:

Nessa altura, em 1997, viver na Vila de Pereira, era uma enorme alegria!
Depois veio a grande urbanização, que nos esquartejou socialmente.
Hoje, é tudo uma grande tristeza!
Porquê será?
Será por termos um posto médico com mais de 30 anos!
A creche, finalmente, está em construção!  Mas não será precisa uma carteira com algum recheio para colocar lá um filho?
E o Centro de Dia ou barraco de madeira, na versão do PS dos finais de século XX cá da terra, não está há quase 20 anos na mesma?
Agora já não é barraco de madeira?
Mas se era um barraco de madeira, porque não construíram, neste hiato de tempo, os senhores do PS dos finais de século XX, uma obra de betão, onde o sol entrasse por todos os lados, durante todo o dia?
E a tão prometida piscina?
E o campo de ténis?
A Secção de Bombeiros?
O Posto da GNR?
E o lento definhar, que acreditamos, até à sua morte, da praia fluvial de bandeira azul?
E nossa marca identificativa, as nossas Queijadas, que mudam de aspecto, de sabor, ferindo a sua autenticidade, conforme a rua em que se adquirem?
Não dá pena ver os vasos ou os que restam, sem qualquer flor, na nossa zona histórica?
Afinal o que somos? Para onde caminhamos?
E nosso ex-líbris, usado como fundo para uma recente caça ao voto, já viram como está o seu estado de degradação?
Será que algum ouviremos, uma qualquer partitura, a ser tocada no seu órgão de tubos?
E a oferta cultural?
Neste capítulo só a curiosidade, muito grande, em ver, muito em breve, as danças, ouvir os cantares e ver os trajes do novel Rancho Infantil e Familiar de Pereira
O dinheiro, ou a falta dele, não explica tudo!
Falta astúcia, capacidade risco, de aventura, de pioneirismo!
Falta cultura cívica, conhecimentos de diplomacia.
Falta ter a humildade em ir buscar, algumas mentes brilhantes, da diáspora pereirense, para nos ajudar a sair do estado comatoso em que estamos há imenso tempo.
A inveja, o vaidade, o orgulho desmedido, a opacidade, os interesses pessoais de meia-dúzia, são as principais doenças da Vila de Pereira.

Mais uma vez deixamos a pergunta: Quo Vadis Pereira?

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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Festas de Nossa Senhora do Monte 2012

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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Festas nos Montes de Cima

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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Uma festa, dois cartazes

  

Via e-mail

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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Torneio de Mini Golf

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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Relatório de Contas

O grande livro que faltava.
Apresentação oficial dia 31 de Novembro.

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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Festas Vila de Pereira 2010

Pedimos desculpa, mas a imagem original não tinha qualidade.
É pena.
É aquilo que temos, infelizmente em Pereira.

E já agora leiam o texto que está na página da Junta na mensagem do presidente:
http://www.freguesiadepereira.eu/home.php?t=ct&c=2
Ou a entrevista em:
http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=9425&Itemid=135

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sábado, 9 de outubro de 2010

Cada festa tem o seu bode expiatório

Em sentido figurado, um "bode expiatório" é alguém que é escolhido arbitrariamente para levar (sozinho) a culpa de uma calamidade, crime ou qualquer evento negativo (que geralmente não tenha cometido).

A busca do bode expiatório é um acto irracional de determinar que uma pessoa ou um grupo de pessoas, ou até mesmo algo, seja responsável de um ou mais problemas sem a constatação real dos factos.

A busca do bode expiatório é um importante instrumento de propaganda.


Continuamos sem respostas às seguintes perguntas:

Sendo esta também uma festa da Vila, porque é que ainda não mereceu destaque na página da internet da Junta de Freguesia?

Quantos eventos têm decorrido em Pereira sem que tenha havido um qualquer destaque naquele local?

Por onde anda o Departamento de Comunicação e Imagem prometido em campanha?

Onde está a reformolução do site da junta, com novos conteúdos e novas funcionalidades?

Mas há mais: que diferença existe entre este convívio e uma das diversas festas de bairro da nossa terra?

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domingo, 3 de outubro de 2010

Prova de BTT

É hoje. Participe! Aplauda!

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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

A festa começa hoje!


Hoje

Missa
Procissão das velas

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segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Festas de Nossa Senhora do Monte 2010

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sábado, 25 de setembro de 2010

BTT Senhora do Monte 2010

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segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Festas da Senhora do Monte 2010

Fica aqui um cartaz elaborado pela nossa equipa em jeito de pré-apresentação, até ser publicado o programa oficial que ficamos desde já à espera.

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quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Voltas à Julgada em BTT

Este cartaz é puramente ficcional.
Mas este cartaz encerra uma importante mensagem que importa aqui descodificar.

Havendo um cada vez maior número praticantes de BTT, nas mais diversas variantes, havendo também um grande historial em Pereira ligado às duas rodas, mormente nas bicicletas, tendo atingido o seu ponto alto com a famosa Volta à Julgada, esta prova de BTT faz todo o sentido em ser realizada, aquando das festas da Vila.
Cada volta são cerca de 2300 metros, medidos de carro!

Pode ter apenas um senão: não será de todo fácil cortar ao trânsito uma parte do percurso (entre a Praia Fluvial e o Porto de Cima, mas ao Sábado, as coisas não são assim tão complicadas.

Depois esta prova desportiva e de convívio ganharia logo raízes, que a projectariam como uma tradição, como uma referência de Pereira, cada vez mais parca em termos de referências.

A sua realização nesta altura faria todo o sentido, visto estar a ser comemorada a elevação de Pereira à categoria de Vila, sendo primordial apoiar uma iniciativa destas, cuja transversalidade étaria é inquestionável e que congregaria, seguramente, à sua volta mais uma de uma centena de praticantes, dando assim um colorido único à freguesia, que contrastaria com as suas cores muito monocromáticas, muito cinzentas que se hoje vivem, numa espécie de Outono dos comportamentos, do voluntariado, do trabalhar em prol da comunidade.

Mais: numa sociedade que cada vez vive mais em blocos de cimento, cada vez mais individualista, onde já se observam tiques de uma guetização acelerada, sem sinais de retrocesso, será que esta prova de ciclismo não era uma forma de retroceder ao são convívio, à permutação social e à tão propalada integração dos novos residentes, quando, em nosso entender, parece que quem tem de se integrar neste novo modelo de sociedade são os antigos residentes, antes que sejam “engolidos”?

Em vez de se gastarem alguns euros em Ranchos folclóricos, para meia dúzia de gatos pingados nas festa da Vila, esta aposta no ciclismo teria uma maior abrangência e saíramos, de uma vez por todas, daquele registo melancólico, gasto, em que se tornaram as festas da Vila e partir-se-ia para algo mais urbano, que tivesse o condão de retirar as pessoas de casa e traze-las ao convívio.

Será que há coragem de alguma entidade em levar por diante esta iniciativa?
Porque não uma feliz parceria entre a Junta de Freguesia e a ADCRP?
Por exemplo!
Vá lá, ainda há tempo!

Já agora: se Pereira foi elevada a Vila a 16 de Agosto, o porquê das comemorações dois meses depois?
Porque não juntar todas as festas numa grande festa que fosse uma imagem de marca de Pereira?

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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Verão total em Pereira

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