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segunda-feira, 11 de abril de 2016
segunda-feira, 21 de março de 2016
Parabéns ao nosso maior Embaixador!
Dada a ausência de informação deste género, alusiva às Bodas de Ouro do Grupo Folclórico, decidimos fazer a montagem acima.
Esta situação, ausência de informação em outdoors e outros locais, leva-nos a perguntar: placas para que vos quero?
O Grupo Folclórico foi, durante os últimos 50 anos - e continua a sê-lo-, o embaixador-mor, em termos culturais, com um trabalho meticuloso no que concerne à recolha, reconstituição e divulgação da Cultura do Baixo Mondego considerado, justissimamente, o Museu Ambulante do Traje.
As gentes da nossa Vila e não só, devem orgulhar-se disso.
Devem fazer-lhe uma vénia.
Render-lhe a devida homenagem.
O Grupo de Pereira merece ser alvo de outro tipo de trato.
Paremos um pouco para pensar nas numerosas páginas de história que este Grupo já escreveu, das grandes e numerosas alegrias que já proporcionou.
As tristezas não só chamadas à liça num momento destes.
Olhe-mos para a sua história.
Sejamos mais humildes aprendendo algo com ela.
Sejamos mais humildes aprendendo algo com ela.
O nosso Grupo tem associada ainda uma outra vertente que se entronca com a etnografia, com o folclore e as tradições orais: a divulgação da Queijada de Pereira, já referida no Foral de D. Manuel I, de 1 de Dezembro de 1513 e pintadas por Josefa de Ayala Figueira, conhecida como Josefa de Óbidos (20 de fevereiro de 1630, Sevilha, Espanha, 2 de julho de 1684, Óbidos) no quadro Natureza Morta com Doces e Barros, com data provável de 1676.
Mais se orgulha este Grupo de possuir, no seu valiosíssimo espólio, o traje de Vendedeira de Queijadas, traje esse, que tem sempre lugar de grande destaque, quer pela sua raríssima beleza e sumptuosidade, mas também pela sua simbiose com a melopeia do pregão - uma raridade etnográfica em rápida extinção -, que a senhora que o enverga, faz ressoar em qualquer palco, terraço ou terreiro, num dos muitos e conceituados locais, quer em Portugal, quer além-fronteiras, onde este Grupo já brilhou e vai continuar a brilhar.
Para finalizar colocamos estas duas questões:
No dia 22 de Maio, de ano transacto, foi assinada a escritura de constituição da APQP – Associação de Produtores da Queijada de Pereira, porque não, esta instituição, colocar um outdoor a assinalar as Bodas de Ouro do Grupo Folclórico da Vila de Pereira?
Mas para além desta instituição, não há outras na Vila, e não só, que poderiam e deviam, também elas, elaborar um outdoor a assinalar data única?
Porque não?
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Porque não?
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Vila de Pereira
quarta-feira, 7 de julho de 2010
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Quem mudou a fechadura da porta?
Um grande livro já à venda nos locais habituais de Pereira.
Uma história apaixonante.
Um drama associativo. Leia Mais…
Uma história apaixonante.
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quarta-feira, 6 de maio de 2009
Quem compra este disco?
Vinha num artigo nas Beiras de segunda-feira que é intenção dos responsáveis do Grupo Folclórico de Pereira de lançar um CD ainda este ano, reunindo assim o seu vasto espólio musical.Aplaudimos vivamente esta pretensão.
Entretanto, e enquanto o CD não é lançado, porque não o Grupo Folclórico arrematar em leilão um disco de 1971, em vinil, com 4 temas, que depois de remasterizado ou mesmo digitalizado, poderia ser incluído no referido CD, pois as vozes daquela altura algumas delas já se calaram ou já não têm o mesmo timbre de 1971?
Penso que seria útil tão aquisição, sobretudo porque é uma parte da nossa história que está à venda.
Não sabemos se o Grupo de Pereira tem uma cópia deste disco, mas seria importante que esta que está a leilão fosse adquirida pelo próprio Grupo, pela Junta ou mesmo pela Câmara Municipal.
P.S. - Este leilão termina às 22 horas do dia 8 de Maio, conforme podem confirmar no link abaixo.
https://www.miau.pt/leiloes/leilao.jsp?offer_id=7104439 Leia Mais…
sábado, 11 de abril de 2009
Parabéns ao Grupo Folclórico
O Grupo Folclórico de Pereira completa hoje mais um aniversário.
O blog Montes de Cima associa-se a esta data publicando este post.
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domingo, 7 de dezembro de 2008
Velha Guarda do Grupo Folclórico
A velha guarda do saudoso Clube Atlético Pereirense é uma instituição para onde vão a maioria dos atletas, após terminarem a sua carreira na equipa sénior da nossa terra.
Porque não ter uma Velha Guarda do Grupo Folclórico?
Quantos homens e mulheres já foram ‘atletas’ deste Grupo?
Seria uma espécie de Grupo da Velha Guarda, de velhas glórias ou de saudade, com base em antigos componentes.
Quantos deles, depois de alguns convívios e ensaios, não se sentiriam outra vez com determinação para dançar em mais uma temporada de folclore?
É sobre este assunto que querermos ouvir a vossa opinião.
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Porque não ter uma Velha Guarda do Grupo Folclórico?
Quantos homens e mulheres já foram ‘atletas’ deste Grupo?
Seria uma espécie de Grupo da Velha Guarda, de velhas glórias ou de saudade, com base em antigos componentes.
Quantos deles, depois de alguns convívios e ensaios, não se sentiriam outra vez com determinação para dançar em mais uma temporada de folclore?
É sobre este assunto que querermos ouvir a vossa opinião.
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sexta-feira, 11 de abril de 2008
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