segunda-feira, 25 de abril de 2016

E a AMUQSL realizar um grande evento cultural?

Quando é que a AMUQSL realiza um grande evento cultural, bastante ecléctico, por contraponto à pouca expressividade, envolvência, vacuidade e vulgaridade doutras realizações nesta Vila?

O boletim “Aqui Acontece”, com distribuição quase restrita à urbanização, foi  como que um novo um  acordar das consciências há muito adormecidas.


Recorde-se que a Vila de Pereira teve, como importantes pilares formativos e informativos, três jornais:

A 14 de Janeiro de 1912, saiu "A União", órgão do Partido Republicano Portuguez.
O último número deste periódico, o 16, publicou-se em 11 de Agosto de 1912.

"Verdade", mas nos últimos números passou a titular-se de "A Verdade", viu a luz do dia no dia 17 de Outubro de 1913. Filiado no Partido Democrático, terminou a sua actividade em 15 de Maio de 1914, com a edição número 18.

Já nos anos finais do século passado, a defunta ADPP, edita, gratuitamente, com distribuição na feira mensal o "Voz de Pereira", cujo número zero saiu a 17 de Setembro de 1995, terminando dois anos depois.

É nesta senda, fiéis a esta forte tradição cultural - trazendo à lembrança apenas dois exemplos: o GMIR - Grupo Musical de Instrução e Recreio 28 de Janeiro, fundado em 1910, bem como a actividade frenética do mui saudoso Tronco Bar (e que enormíssima falta que hoje faz  nos tempos actuais!) -, que assim lançamos o desafio à AMUQSL de organizar um conjunto de eventos culturais multifacetados, que se desenvolvam por toda a Freguesia, na linha dos que organizam e que primam sempre pelo ineditismo, promoção e excelente organização.

Ficamos todos à espera!

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segunda-feira, 18 de abril de 2016

Fantasia? Quimera? Sonho?

Porque nos falta enorme audácia.

Porque não valorizamos o que é nosso.

Porque não sabemos cativar, reconhecer, acarinhar a nossa cada vez maior diáspora.

Porque não, essa diáspora, numa simbiose com a população autóctone e com os novos residentes, numa enorme união de esforços e de vontades, nos poderia ajudar a  sair do estado letárgico, comatoso, o nosso momento estertor?

É que quem olha de fora para dentro, tem sempre uma percepção, um olhar, uma análise diferente, daqueles que convivem bem com “deixa a andar, não te chateies, não te metas” mas que já dura há tanto tempo, que até já tem barbas!

Ainda haverão pessoas, na nossa Vila, com enorme audácia?

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segunda-feira, 11 de abril de 2016

Parabéns ao Grupo Folclórico pelas Bodas de Ouro!


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segunda-feira, 4 de abril de 2016

Quase três anos depois, qual é o ponto de situação?


Ainda se recordam, os moradores da UQSL e não só, sobretudo aqueles que, nos termos do n.º 3 do artigo 27.º do DL 555/99, de 16 de Dezembro, assinaram, colectivamente ou individualmente, o documento de oposição ao pedido de alteração do loteamento da Quinta de São Luiz, Freguesia de Pereira, Montemor-o-Velho?

Passados quase três anos, não terão o mínimo de curiosidade em saber, qual foi o resultado obtido com esse documento de oposição?

Quem lhes vai responder?
A Câmara?
A Junta?
Ou a própria AMUQSL, que esteve na primeira linha da constestação, ao manifestar a sua veemente oposição, ao assumir como seu, o processo contra o pedido de alteração do loteamento da Quinta de São Luiz, Freguesia de Pereira, Montemor-o-Velho, publicado no edital n.º 34/2013 de 19 de Agosto de 2013?
E sabem, ao tempo, em 2013, quem votou a favor este pedido de alteração do loteamento?
 
E sabem, também, quem em 2013, votou contra este pedido de alteração do loteamento?

Não estaremos a falar de um investimento superior a 400.000 euros, pelo qual a AMQUSL se bateu galhardamente e, se avançar, como todos esperamos, mudará a face decrépita da parte central da Vila, mormente o seu centro cívico?


Publicamos aqui, com a devida vénia, o texto de Oposição à alteração do Loteamento da Urbanização Quinta de S. Luiz, cujo original está aqui.


“Referência:

Processo Administrativo n.º 4/2012.

Assunto: Oposição ao Projeto de Alteração ao Loteamento da Urbanização Quinta de São Luiz, Pereira, Montemor-o-Velho.
 
Pereira, 18 de setembro de 2013.

Nome, contribuinte n.º 000000000, titular do CC/BI n.º 00000000, residente na Urbanização Quinta de São Luiz, lote 00, andar e lado, na qualidade de proprietário da aludida fração, vem, nos termos do n.º 3 do artigo 27.º do DL 555/99, de 16 de dezembro, manifestar a sua oposição ao pedido de alteração do loteamento da Quinta de São Luiz, Freguesia de Pereira, Montemor-o-Velho, publicado no edital n.º 34/2013 de 19 de agosto de 2013.

A sociedade Prolote – Urbanizar, Construir, Compra e Venda de Imóveis, Lda., requereu junto do Município de Montemor-o-Velho o aditamento à operação de loteamento – processo n.º 11/1999 – com obras de urbanização titulada pelo alvará n.º 3/2003, de 9 de setembro.
 
No aludido requerimento, a Prolote propõe, entre outras:

A não execução das obras referentes à “ligação ao Tojal” contempladas nas obras gerais.

A não execução dos passeios na zona circundante do lote n.º 110 (confinante com o entroncamento na zona central de Pereira).

Alterações aos muros e escadas.

Na sequência da consulta efetuada junto do processo em apreço, entendo que as alterações propostas contendem com as minhas legítimas expetativas.
 

1 - Da não execução das obras referentes à “ligação ao Tojal” contempladas nas obras gerais.


Relativamente ao ponto n.º 1, não cuidou o Município de Montemor-o-Velho no sentido de assegurar o cumprimento do projeto de loteamento inicial. Na sequência de um parecer emanado pelo próprio Município – no dia 5 de junho de 2012 – foi taxativamente comunicado que a Câmara Municipal “não tinha interesse na execução do alargamento da via de ligação ao Tojal tal como consta do projecto de loteamento aprovado”.

A Câmara Municipal notificou a loteadora (Prolote) para que esta apresentasse um projeto de alterações tendente à “pavimentação com acabamento que permita o trânsito viário e pedonal devendo ainda ficar acautelado o encaminhamento das águas pluviais”. A aludida comunicação à Prolote, nos termos exatos em que se processou, suscitou ao loteador a errónea convicção da desvinculação do projeto inicial.

Muito se estranha que relativamente à referida via – contemplada no projeto inicial como parte integrante do loteamento – surjam agora dúvidas no que concerne ao cumprimento integral do projeto inicial.
 
A via em questão constitui um acesso de referência, pedonal e rodoviário, à Rua do Tojal, sendo utilizado por diversos moradores que se deslocam aos estabelecimentos comerciais contíguos, constituindo também uma via privilegiada para o acesso às povoações mais próximas, pelo que se torna de todo incompreensível a falta de zelo na proposta apresentada.


2 - Da não execução dos passeios na zona circundante do lote n.º 110 (confinante com o entroncamento na zona central de Pereira)

Quando se refere a “zona circundante do lote n.º 110”, olvida-se que a zona em questão constitui o principal acesso à Urbanização Quinta de São Luiz. É pela aludida via que os moradores da Urbanização se deslocam ao centro da Vila de Pereira e é também pela mesma que os moradores do centro de Pereira se deslocam para a Urbanização.

Uma parte substancial desse acesso, ao arrepio das mais elementares normas de segurança e acessibilidade, encontra-se totalmente desprovida de passeios.

A título meramente exemplificativo: um cidadão com dificuldades motoras, um idoso, ou até mesmo uma das muitas famílias com crianças, estão obrigados a circular em plena faixa de rodagem, expostos aos perigos inerentes e numa zona com um elevado índice de sinistralidade.

A curva aí situada tem sido palco de inúmeros e aparatosos despistes, resultando claro que a existência de passeios seria um elemento dissuasor para os condutores e uma garantia de segurança para as dezenas de peões que ali passam diariamente.

 
O projeto de loteamento inicialmente aprovado contemplava a construção de passeios. O técnico responsável pela sua elaboração terá, supostamente, outorgado um termo de declaração e verificado a exequibilidade da construção dos passeios.

A conclusão dos técnicos que posteriormente se deslocaram ao local foi a seguinte: “Analisada a nova planta de síntese verifica-se que efectivamente existem construções que impedem a execução do passeio na continuidade do lote n.º 110 inviabilizando a execução da obra. Já do lado oposto os técnicos eliminaram a execução do passeio na mesma direcção, ficando a área que integrou o domínio publico com a finalidade de passeio sem a obra executada, uma vez que na óptica destes não fará sentido fazer a obra uma vez que do lado oposto a sua execução não é viável face às construções existentes”.
 
Os factos alegados pelos técnicos são, com o devido respeito, totalmente desprovidos de lógica e racionalidade, visto que as construções atualmente existentes no local são exatamente as mesmas de outrora, pelo que muito se estranha a alegação de que estas obstam à conclusão dos passeios. A solução preconizada espelha leviandade na apreciação de questões fundamentais. A não implantação dos passeios, como previsto, obriga os peões a utilizarem a faixa de rodagem, continuando a enfrentar diariamente e de forma involuntária, sem qualquer alternativa, um perigo desnecessário.
 
A mera intenção de não se proceder à implantação total dos passeios, cuja existência está claramente prevista no plano de loteamento inicial, constitui um enorme desrespeito pela população. Eu adquiri a minha fração com a legítima expetativa de vir a habitar num local que permita a minha livre circulação em condições de total segurança.

O Município de Montemor-o-Velho dispõe de diversos mecanismos legais tendentes à regularização da situação em apreço, não sendo sequer admissível a passividade num tema tão grave como este.


3 - Das alterações aos muros e escadas.

Face à complexidade e especificidade de tais construções, entendo que devem ser os técnicos da Câmara Municipal os responsáveis pela análise minuciosa a cada muro e escada em questão, atendendo à necessidade de garantir salubridade e segurança.
 
É importante salientar que reconheço a Câmara Municipal de Montemor-o-Velho como tecnicamente capaz de garantir a segurança das edificações e áreas envolventes, daí decorrendo responsabilidades caso venham a ocorrer quaisquer danos consequentes da não construção de tais muros.
 
Nos termos da lei, face a todo o exposto, venho manifestar a minha oposição quanto à não execução dos passeios na zona circundante do lote n.º 110 (confinante com o entroncamento na zona central de Pereira).
 
Atendendo a que a não conclusão das obras previstas nos pontos n.º 1 e n.º 3 representa uma redução significativa dos custos suportados pelo loteador, entendo ainda que o próprio Município deve negociar com a Prolote os termos alternativos para um entendimento, nomeadamente a reparação e ampliação dos parques infantis, bem como a disponibilização de outros equipamentos urbanos.”

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sexta-feira, 1 de abril de 2016

Porque hoje é o dia das mentiras!

A partir da meia-noite de hoje já se pode voltar a circular, a pé, em ambos os sentidos, na rua José Augusto Mendes dos Santos.
Finalmente, até porque o prazo de execução da obra terminou a 17 de Junho 2015!
Espera lá: hoje é dia primeiro de Abril, dia das mentiras!
Porra!
Mas esta situação é sustentável até quando?

Republicamos, abaixo, com as devidas alterações, a publicação de 2015 sobre o dia das mentiras.

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quinta-feira, 31 de março de 2016

A verdade a quem incomóda?

Se esta situação fosse nas gestões da freguesia de Pereira do "PPD/PSD" cá da terra, logo haveria uma chuva de comunicados, com títulos icónicos: “Pereira merece outro respeito…"
Mas, como, infelizmente, as oposições "PPD/PSD" e CDU são acéfalas, está tudo bem!

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segunda-feira, 28 de março de 2016

As contas das nossas festas


Assim, deste modo, não há lugar a conjecturas, pensamentos, comentários depreciativos e desconfianças.

Aqui está uma resposta cabal - um exemplo a seguir-, para aqueles que ainda ousam brandir, com grande veemência, as habituais bandeiras das suspeições, das desconfianças, mas que vivem muito bem dentro das nebulosas, no mundo da opacidade.

Que mais este exemplo, dado pelas gentes dos Montes de Cima, faça escola.
Que espicace as demais comissões de festas - algumas do mesmo ano das contas que agora publicamos e, cujos alguns elementos, se arvoram em exemplos maiores de cidadania.

Nestes, como noutros eventos similares, o habitual peditório está na primeira linha das prioridades e a apresentação pública das contas fica, quase sempre, pelas calendas gregas, no seio de meia-dúzia de seres, entre outros tantos silêncios, comprados ou com comprometimentos futuros.

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segunda-feira, 21 de março de 2016

Parabéns ao nosso maior Embaixador!

Dada a ausência de informação deste género, alusiva às Bodas de Ouro do Grupo Folclórico, decidimos fazer a montagem acima.
Esta situação, ausência de informação em outdoors e outros locais, leva-nos a perguntar: placas para que vos quero?
O Grupo Folclórico foi, durante os últimos 50 anos - e continua a sê-lo-, o embaixador-mor, em termos culturais, com um trabalho meticuloso no que concerne à recolha, reconstituição e divulgação da Cultura do Baixo Mondego considerado, justissimamente, o Museu Ambulante do Traje.

As gentes da nossa Vila e não só, devem orgulhar-se disso.
Devem fazer-lhe uma vénia.
Render-lhe a devida homenagem.
O Grupo de Pereira merece ser alvo de outro tipo de trato.
Paremos um pouco para pensar nas numerosas páginas de história que este Grupo já escreveu, das grandes e numerosas alegrias que já proporcionou.
As tristezas não só chamadas à liça num momento destes.

Olhe-mos para a sua história.
Sejamos mais humildes aprendendo algo com ela.

O nosso Grupo tem associada ainda uma outra vertente que se entronca com a etnografia, com o folclore e as tradições orais: a divulgação da Queijada de Pereira, já referida no Foral de D. Manuel I, de 1 de Dezembro de 1513 e pintadas por Josefa de Ayala Figueira, conhecida como Josefa de Óbidos (20 de fevereiro de 1630, Sevilha, Espanha, 2 de julho de 1684, Óbidos) no quadro Natureza Morta com Doces e Barros, com data provável de 1676.

Mais se orgulha este Grupo de possuir, no seu valiosíssimo espólio, o traje de Vendedeira de Queijadas, traje esse, que tem sempre lugar de grande destaque, quer pela sua raríssima beleza e sumptuosidade, mas também pela sua simbiose com a melopeia do pregão - uma raridade etnográfica em rápida extinção -, que a senhora que o enverga, faz ressoar em qualquer palco, terraço ou terreiro, num dos muitos e conceituados locais, quer em Portugal, quer além-fronteiras, onde este Grupo já brilhou e vai continuar a brilhar.

Para finalizar colocamos estas duas questões:
No dia 22 de Maio, de ano transacto, foi assinada a escritura de constituição da APQP – Associação de Produtores da Queijada de Pereira, porque não, esta instituição, colocar um outdoor a assinalar as Bodas de Ouro do Grupo Folclórico da Vila de Pereira?

Mas para além desta instituição, não há outras na Vila, e não só, que poderiam e deviam, também elas, elaborar um outdoor a assinalar data única?
Porque não?

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segunda-feira, 14 de março de 2016

Acordem Montes de Cima!

Anacrónico.

Este é o adjectivo exacto para qualificar o erro que cometemos, aquando da publicação sobre o jogo entre os Solteiros e os Casados do bairro dos Montes de Cima, no passado dia 29 de Fevereiro.
Esse anacronismo, sobre o qual nos penitenciamos, do qual pedimos humildemente desculpas, foi um lapso e somente um lapso, não querendo colocar em causa ou apagar dos anais da história a data fundadora deste convívio, nem dos seus bravos pioneiros.

Errámos!

Não era nossa intenção.

Mas não fizemos bem o nosso trabalho e isso tem sempre consequências.

Assim, tivemos de ouvir o clamor da indignação das suas gentes contra essa falta de rigor.

De certa forma, sentimos, que ferimos os Montes de Cima, que é o bairro mais cosmopolita de toda a Freguesia.

A sua forma de agregar, o seu empenho, o seu labor, estão patentes nas iniciativas que levam a acabo, além de ser, este bairro, um enorme ninho de pessoas que ficarão eternamente ligadas aos tempos áureos do associativismo e da política, nos anos a seguir à aurora de Abril e até ao início deste século.

Pese embora o erro cometido, ainda assim, conseguimos que se abrisse o livro da história dos Solteiros vs. Casados dos Montes de Cima.

Não basta passar aos vindouros a boa tradição de jogar sempre, em dia de sexta-feira santa, há também que conhecer a origem, a génese deste evento sócio-desportivo que, a par com as festas de Nossa Senhora do Monte, são dois enormes raios de luz que iluminam os dias por oposição às longas trevas que há muito se abateram sobre a Vila de Pereira.

Mais uma vez, as nossas desculpas!

E quando é que repõem, conforme prometido, os dois sentidos na principal artéria deste bairro: a Rua José Augusto Mendes dos Santos?

Acordem Montes de Cima!

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sexta-feira, 11 de março de 2016

Só falta um mês para as Bodas de Ouro!


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