sábado, 2 de março de 2013
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Iluminação a menos ou a mais?
Na foto maior, vemos o túnel que liga o Largo do Terreirito à Rua Nova, cuja zona está iluminada por armaduras, tipo olho de boi, que pouca luz emitem, porque talvez ainda utilizem as velhas lâmpadas incandescentes, além das armaduras com lâmpadas fluorescentes, que raramente estão ligadas.
Ora, se a área que é necessário iluminar naquela zona é de tão grande dimensão, não são aquelas armaduras, tipo olho de boi que emitem pouca luz - o que está à vista de todos - que conferem aquele local a luminosidade necessária durante a noite, para a segurança de peões e veículos automóveis.
Não se poderiam deslocalizar três braços de iluminação pública, por exemplo alguns daqueles que estão nas 3 fotos debaixo e dar uma outra iluminação àquele local, que quase de certeza este BIP’S utilizam lâmpadas de descarga de alta pressão?
E porque não, em alternativa, colocar naquela zona três ou mais braços de iluminação pública para dar seguimento ao tipo de iluminação de que vem da Rua Nova e ruas adjacentes?
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Vila de Pereira - 1513-2013
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Fado menor mandado
Para quem não entender o título deste post, aqui fica este video do amigo Luis Guerra.
Fado menor mandado
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Vila de Pereira - 1513-2013
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
O Foral de 1 de Dezembro de 1513
Pois é!
Este ano comemoram-se os 500 anos do foral Manuelino, que equiparava Pereira, em termos de privilégios, a Lisboa, Porto, Guimarães, Braga, entre outras cidades e vilas do reino.
Este Foral foi outorgado à Vila de Pereira no dia 1 de Dezembro de 1513 e não como está escrito aqui e aqui, à data desta entrada.
Espera-se que seja alvo de rectificação, com carácter de extrema urgência.
Mas há mais!
Já leram o Plano de Actividades e Orçamento para 2013 da autarquia local?
É que neste documento não há uma única referência a este Foral!?
Como é possível?
Será que essa omissão foi culpa do Departamento de Educação Cultura e Desporto, que não fez bem seu trabalho? Ou o referido departamento nunca saiu do papel, leia-se, programa eleitoral?
Pobre Vila de Pereira!
Quantas voltas já não deu o Capitão Pereiro no seu túmulo revoltado com tanta mediocridade intelectual que grassa na sua Vila, que nem o nome de uma rua ou até de um singelo beco lhe viu atribuída na última revisão da toponímia!
Pois esta é a verdade: já vamos no segundo mês do ano e ainda nada se viu sobre as comemorações dos 500 anos deste importante Foral, que falava, entre outras cosias, das Queijada de Pereira, que continua desregulada, sem Confraria, com uma Festa da Queijada que já teve melhores dias e, cujo seu sabor e sua textura são, como diz o velho ditado: “Cada terra com seu uso, cada roca com seu fuso!”
E para que vale a pena colocar o produto Queijada de Pereira, nos mais diversos pontos de venda do nosso país, até em grandes lojas de cultura e tecnologia, se não temos um produto standard nos diversos fabricantes?
E porque é que ainda não conseguimos registar a marca Queijada de Pereira?
E porque é que a Confraria da Queijada não avança?
Se calhar é porque até agora ainda não fomos capazes de mandar fazer uma singela estátua à vendedeira de queijadas, tendo por base o traje do Grupo Folclórico, qual baluarte da sua divulgação pelo país e pelo mundo!
Queríamos ter um retrato sociológico de Pereira, que nesta era da cor, do digital, do pixel, deveria ser um primor, mas a única coisa que saiu foi um retrato a preto e branco, já amarelecido pelos anos.
domingo, 10 de fevereiro de 2013
Desfile de Carnaval
Porque é Carnaval, esperamos que ninguém leve a mal!
No capítulo das tradições ainda resiste o Zurracar, mas à meia-noite!?
Enfim...
Publicamos mais cedo que o habitual, porque hoje é domingo gordo.
Há alguns largos anos atrás, num carro alegórico dum dos bairros de Pereira fazia-se a sátira que o lavadouro da Alajaibe ia a seco.
Nos dias de hoje, um dos edifícios emblemáticos desses tempos áureos, mete água pelo telhado.
Mais um mau sinal do tempo de trevas que se vive em Pereira!
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Mais um mau sinal do tempo de trevas que se vive em Pereira!
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Pereira: uma Vila eternamente adiada
Já para não falar do resto.
Havia um programa na televisão, em 1981, que se chamava "E o resto são cantigas".
Mas também há um ditado que diz: “Promessas leva-as o vento"
Leiam aqui em 2010:
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sábado, 2 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Afinal para que serve o Celeiro dos Duques de Aveiro?
Com um cartaz destes, apetece deixar no ar uma pergunta e uma resposta.
Pergunta:
Afinal para que serve o Celeiro dos Duques de Aveiro?
Resposta:
Por favor leiam o preâmbulo do Protocolo de Colaboração, disponível, por exemplo na página da Junta de Freguesia e recomenda-se, ainda, uma leitura com especial atenção para a Cláusula 8.ª alínea c).
Apetece mesmo escrever: volta Padre Cardoso que ainda cá fazes falta!
Já agora o Salão Paroquial foi inaugurado no dia 12 de Junho de 1976.
P.S. – Por falar em Padres: por onde anda o enorme acervo fotográfico e de slides, que retrata os anos 70 e 80 da nossa Vila e que era pertença do falecido Padre Delfim Ferreira?
Já agora: com a nova toponímia, deram o nome de alguma rua a este pároco?
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