terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Somos ou não somos Pereirenses?

Nalguns locais da Vila, ainda cheira a Natal, quando estamos a menos de um mês do Carnaval!
O dinheiro, ou melhor, a falta dele, não pode ser o bode expiatório de alguma inércia que, paulatinamente, se instalou nalguns daqueles que foram eleitos e outros que brandiram bandeiras de que eram capazes de fazer melhor.
Na mesmíssima onda, a união ainda não fez a diferença!
Do furacão eleitoral de 2013…
Querem ideias?
Querem um olhar diferente, mas fortemente comprometido com a Vila?
Quando é que se disciplina, a anarquia quase total, que é o trânsito automóvel e respectivos estacionamentos, na baixa da Vila, com particular destaque junto do ribeiro?
É preciso dinheiro? Se calhar é! Mas de quem são as competências?
Um bocadinho mais de civismo, sobretudo dos condutores e condutoras dos carros da chamada gama alta e não só, era de aplaudir.
Já que estamos na baixa, o coração da Vila, o Largo do Terreirito merecia uma intervenção urgente nos seus espaços ajardinados, num lifting que lhe devolvesse, em parte, o brilho que teve no século XX.
Já agora, não se podiam colocar as antigas torneiras, no velho fontanário, tão cheio de memórias, boas e outras menos boas, para que aquele espaço, icónico, ganhe vida, ganhe outro dinamismo e assuma uma dimensão histórico-cultural?
E porque não, retirar daquele local, dois BIP’S, dos cinco que lá existem, e colocá-los no túnel que liga à Rua Nova, para que aquele local seja dotado de iluminação adequada e não as três armaduras, tipo olho-de-boi, estilo anos 80, de pouca intensidade luminosa?
Já agora: se há tanta gente que gosta de grafitar, por este país, porque não abrir um concurso de ideias - mas já, com execução no próximo Verão, a tempo das comemorações da aniversário da Vila, numa espécie um Creativ Camp, pintado, perdão, grafitando aquele túnel com motivos alusivos à Vila?
Claro que é preciso algum dinheiro!
Mas, haja quem responda a estas questões:
Alguém sabe o valor exacto do IMI que pagam os moradores da nossa Vila?
E desse valor, quanto é que é investido na terra das Queijadas?
Será um valor justo?
Somos ou não somos Pereirenses?
Post-scriptum: contra ventos e marés, completam-se, este mês, 7 anos sobre o  nosso aparecimento.

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quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Nós somos Pereirenses

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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Previsão astro-lógica para 2015

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sábado, 3 de janeiro de 2015

Vamos cantar as asneiras

Vamos cantar as asneiras, perdão as Janeiras.

Só os moradores e vizinhos da Casa Paroquial, do Largo do Terreirito, os vizinhos da ADCR Pereira, os mais próximos da Capela de Santa Rita e da Junta de Freguesia é que têm o privilégio (?!) de ouvir cantarem as Janeiras?
E quem se não pode deslocar?
É a montanha que vai a Maomé?
Não há, nos dias de hoje, viaturas para deslocar os cantadores e respectiva tocata pelos outros bairros da Vila?
Então, nos locais abaixo indicados, não existem pessoas para quem a tradição ainda é o que era e não quase uma subversão, alimentada pela obrigação - e não pela paixão, de promover mais uma iniciativa, que se nos afigura como mais um logro, mais um atentado à “tradição secular” e à imagem de grandiosidade granjeada no passado pelos promotores e da própria Vila em si?
Exemplos?
Montes de Cima: Largo da Capela
Senhora do Pranto: Largo da Capela
Cabecinhos: Fonte do Coronel
Morraceira: Cruzamento para a Rua Vila de Pereira
Casais Velhos: Largo da Associação (que já reabriu!)
Urbanização Quinta D. Teodora: largo principal
Urbanização Quinta S. Luiz: largo principal
Tojal: Largo da Capela ou na Cruz Vermelha

Mas, nem tudo é negativo.
Começar pelos mais velhos, no Centro de Dia (o tal barraco de madeira, onde o sol não consegue entrar durante todo o dia) é uma nota digna de ser sublimada pela positiva.
Mas não é só no Centro de Dia que estão muitos idosos que gostavam que o Rancho da sua terra lhes reavivasse a sua meninice, a sua juventude, com o cantar da Janeiras.
Há mais vida, para além destes poucos locais onde o Grupo vai cantar.
Há mais gente, há mais vida noutros bairros, muitos deles sempre ostracizados nestas coisas da Cultura, onde outras pessoas valorizam muito mais esta e outras tradições de forma muito pura, muito genuína, de sorriso rasgado e não com o dever de estar presente de riso forçado, a fazer um frete.
Será que no banco de imagens da Google não existe nenhuma imagem com o logótipo da Vila Pereira?

O Grupo Folclórico é da Vila de Pereira ou é só de parte dela?

P.S.
Na sede da Associação, em vez de se cantar as Janeiras, talvez fosse melhor cantar um requiem pelos Black Bulls e rezar um Acto de contrição por alguns atletas mais indisciplinados e que lidam mal com espelhos.

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quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Um desejo para 2015

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quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Feliz Natal


Antes de mais, votos de bom Natal!

Escolhemos a imagem acima e respectiva legenda para neste dia, em detrimento dos tradicionais presépios, árvores de Natal ou outras quaisquer iconografias relativas à quadra porque, diáspora, esse substantivo feminino, que num qualquer dicionário de língua portuguesa significa a dispersão de um povo ou de alguns dos seus elementos de uma comunidade e que, repare-se na ironia, se reúnem neste dia ou na noite do dia 24.

Mas a escolha da palavra diáspora, não foi inocente, não por ser uma "palavra de sete e quinhentos", vulgarmente conhecida por palavra cara, como em tempos de antanho se referiam a termos menos utilizados no linguajar comum.


Diáspora foi palavra adequada para a mensagem que escolhemos para passar, para que, em conjunto com aqueles que cá vivem e com os demais Pereirenses que estão espalhados pelas quatro partidas do Mundo, mutuamente, encontremos um futuro diferente para a nossa Vila, sem opacidades, sem nebulosas, nem truques de algibeira, cartas na manga ou silêncios comprometidos ou comprados.

 
Queremos uma Vila onde o cinismo e a palmadinha nas costas sejam abolidas, em definitivo e, olhos nos olhos, possamos falar com verdade, falar de futuro, sem criar falsos e frágeis pedestais, quais câmaras amplificadoras de alguns egos (esgotadíssimos, outros fora de prazo), egos esses imbuídos numa cegueira cultural e ideológica, com fortes laivos medievais atrozes.

Depois, andamos a chorar sobre o leite derramado, abominando a nossa má sorte, a nossa má localização geográfica (amaldiçoada margem esquerda!) mas, é tão recorrente, quiçá, o nosso handicap, mas às vezes somos nós que nos pomos a jeito, somos nós que procuramos a dita má sorte, porque a cultura, o tacto,  a diplomacia e algumas das elementares regras de uma sociedade livre e democrática, ficaram lá trás, foram apagadas da memória de uma enorme fatia da nossa população outras, pura e simplesmente, foram subvertidas.

Estamos no nosso de fim de linha social, num abismo atroz, parecemos ter regressado à idade das trevas.
Às referências da gente, da movida dos anos 80 e 90 - duas décadas, cujo seu brilhantismo está gravado com letras douradas no livro de história da nossa Vila - sucederam-se meia-dúzia de imberbes, de gente sedenta de poder, sem formação cívica e cultural, sem perceber das tarefas hercúleas que a Vila precisava, dos enormíssimos desafios que se lhe deparavam, sobretudo na viragem do século, empurrando, cada qual, com o seu umbigo, à sua maneira, com egos sobredimensionados, derivado a fermentos socioculturais, outros económicos, balofos e putrefactos.
Hei-nos, passados 14 anos, chegados ao fim de linha.
Estamos abaixo de limiar do razoável, do aceitável, do perdoável.
Somos alvo de chacota, propiciamos risinhos e comentários depreciativos, jocosos.
Somos, que nos perdoem os mais sensíveis, os bobos do concelho!

Querem só um exemplo do nosso fim de linha?
Há quantos anos acabou o Chupa-Chupa?
Há quantos anos, alguns profetas, nos prometem o seu regresso?

 
Leitura recomendada:
A Cultura: uma alavanca para o desenvolvimento local
Por Bernard Kayser

“As diferenças entre regiões, localidades, aldeias, entre gerações é entre grupos sociais são sobretudo diferenças culturais. Em vez de procurar esquecê-las, ou deixá-las esquecer, não será melhor procurar afirmá-las e promovê-las? É preciso deixar de considerar o desenvolvimento cultural como um luxo supérfulo e reconhecê-lo como um motor do desenvolvimento económico e social.”

Texto completo aqui.

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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Algures, no lugar do ranzal, mas não só!

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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

E que tal uma árvore solar?

 

Deixemo-nos mais de lamúrias, de celeumas, de choradeiras e discussões estéreis sobre dois chorões.

Deixamos aqui uma sugestão, que se bem pode aplicar a toda a Vila, mas que assenta que nem uma luva, em toda a área da urbanização Quinta de S. Luiz, para dar alguma paz aos espíritos mais desassossegados com as árvores, seus ramos e raízes.

Uma startup israelita “plantou” a primeira árvore solar no país.
Tem tronco e ramos, carrega smartphones e tablets, tem wi-fi gratuito, um chafariz com água potável e fresca e dá luz à noite.
Nada mau, para uma ideia do futuro.

Esta solução era, também, uma resposta cabal a uma certa cultura hipster dalguns moradores (dos que restam) desta urbanização.

A esta “árvore” podem, ainda, ser acoplados cinzeiros para as beatas, bem como recipientes para a recolha de fezes de cães e gatos.

Também era recomendável que fossem colocadas junto das passadeiras para peões, sobretudo no casco velho da Vila, bem como no túnel que liga à Rua Nova e para substituir os candeeiros de iluminação pública no acesso para a Igreja Matriz.
E porque não, meia-dúzia, no acesso da EBI até urbanização Quinta S. Luiz?

Porque não, fazer-se já, uma experiência piloto, agora que está a decorrer o arranjo urbanístico (só em parte !?) da rua José Augusto Mendes dos Santos?

P. S. Será que se podia encomendar já uma destas árvores, a tempo de servir de árvore de Natal para combater, sobretudo nesta quadra, o cinzentismo sociológico e não só, nesta Vila pútrida?

Mais informações aqui.

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terça-feira, 25 de novembro de 2014

Do They Know It's Christmas: 30 anos depois


Este som, icónico do Natal, foi gravado faz hoje precisamente 30 anos.
As receitas obtidas na altura destinaram-se a combater a fome em África.
Passadas três décadas, olhe-se para esse continente e veja-se que, salvo raras excepções, o panorama continua muito negro!
Mas, em 2014, não é só em África, na nossa Europa, no nosso país, no nosso torrão Natal, vivemos tempos de uma grande instabilidade social, potenciada pela crise económica e por uma crise de valores sem igual.
Aqui, as dificuldades económicas, muitas vezes se mascaram com um sorriso forçado, negam-se com firmeza.
Existe, em Pereira, um tal estado de opacidade, sem precedentes, transversal a toda uma sociedade, que vive numa espécie de guetos, sem uma luz ao fundo do túnel, sem esperança, onde a inveja e a censura social, são duas pragas para as quais ainda não encontrámos a forma de as exterminar.
Por isso, vivemos numa terra que parece ter parado no tempo, parece desertificada.
Está comatosa!

P.S. – Haverá Chupa-Chupa no dia de Natal?


"Do They Know It's Christmas" é um single gravado por vários artistas para a campanha de Natal beneficente da África. O compacto original foi gravado em um único dia, 25 de Novembro de 1984 e lançado no Reino Unido em 15 de Dezembro e chegou ao primeiro lugar.
Dentre os artistas presentes estão: Adam Clayton (U2), Queen, Phil Collins (Genesis), Bob Geldof (The Boomtown Rats), Steve Norman (Spandau Ballet), Chris Cross (Ultravox), John Taylor (Duran Duran), Paul Young, Tony Hadley (Spandau Ballet), Glenn Gregory (Heaven 17), Simon Le Bon (Duran Duran), Simon Crowe (The Boomtown Rats), Marilyn (cantor inglês), Keren Woodward (Bananarama), Martin Kemp (Spandau Ballet), Jody Watley (Shalamar), Bono Vox (U2), Paul Weller (The Style Council), James "J.T." Taylor, George Michael, Midge Ure, Martyn Ware (Heaven 17), John Keeble (Spandau Ballet), Gary Kemp (Spandau Ballet), Roger Taylor (Duran Duran), Sarah Dallin (Bananarama), Siobhan Fahey (Bananarama), Pete Briquette (The Boomtown Rats), Francis Rossi (Status Quo), Robert 'Kool' Bell, Dennis J. T. Thomas (Kool & the Gang), Andy Taylor (Duran Duran), Jon Moss (Culture Club), Sting, Rick Parfitt (Status Quo), Nick Rhodes (Duran Duran), Johnny Fingers (The Boomtown Rats), David Bowie, Boy George (Culture Club), Holly Johnson (Frankie Goes to Hollywood), Paul McCartney,Wings), Stuart Adamson (Big Country), Bruce Watson (Big Country), Tony Butler (Big Country), Mark Brzezicki (Big Country).

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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Keep Calm IMI

Querem saber?
Que tal consultarem aqui, mais aqui e, já agora, também aqui?

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